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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Pescaria no Flamengo II - Usando a carretilha Abu Kalex 51

Roberto Martins passou aqui em casa para ajudar-me a instalar um farol de milha no jipe, mas como nos deparamos com algumas dificuldades que tinham que ser contornadas por um torneiro mecânico, largamos tudo e fomos pescar. Muito melhor.

O Roberto queria tabém mostrar-me sua mais recente aquisição, uma carretilha Abu Garcia KALEX 51, da qual participei na compra dando "pitacos" pedidos pelo Roberto.

Como não queria deixar de pegar peixes para termos a estréia da carretilha, fomos ao sagrado local de Pesca do Flamengo. Para mim é sagrado, pois lá foram espalhadas as cinzas do Paiceiro Célio, por sua esposa Sônia.
Embora não seja fabricada na Suécia, como a C4 6601, a Kalex nada deve a esta. A Kalex é muito bem construída, com ótimos materiais e na oportunidade de uso que tive revelou-se muito precisa e macia. Uma boa compra.

As características principais desta "jóinha" são:
  • Fabricada inteiramente em aço inóx, com manivela e estrela do freio em material parecido com o bronze;
  • Para uso em Água Salgada, também;
  • 5 rolamentos em aço inóx;
  • Relação de recolhimento de 5.9 : 1;
  • 185 metros de linha 0,35mm;
  • Mesmo tamanho e formato da famosa C4 5601, mas com um rolamento extra.
Ela também tem disponível no tamanho 61, com capacidade de 200 metros de linha 0,40, tal qual a Abu C4 6601, e podem ser encontradas na Pesca Pinheiros e no Rei da Pesca.

Voltando aos peixes, a pescaria, apesar da grande quantidade de sargaços (carretilhas e sargaços não se dão muito bem) e do vento forte, foi um sucesso e garantimos um bom almoço graças aos ataques das guaricemas e ubaranas às nossas iscas.
Na pescaria anterior o Roberto me disse que estava maravilhado com o uso da carretilha (já tinha usado uma Abu C4 que eu lhe emprestei) e que até então não tinha tido uma única "cabeleira". Eu expliquei a ele que a cabeleira só aconteceria quanto ele estivesse 100% confiante quanto ao domínio da "bichinha".

E não deu outra: após pegar dois dublês de guaricema e estar se "sentido o tal", pimba, na foto abaixo está a primeira "cabeleira" do Roberto Martins. Na verdade nem chega ser uma "cabeleira", talvez uma "peruquinha", pois desfizemos em menos de 30 segundos.

Com carretilha, a atenção tem que ser total e o chumbo tocou na água, temos que por o dedão, freiando o carretel.

Não canso de citar o que me disse um colega pescador no Orkut, na comunidade Pesca de Praia, do amigo Júnior, clique aqui para acessar: "A inércia é a mãe de todas as cabeleiras".

O Roberto enviou-me as fotos dos peixes que levou, já preparados para irem para a panela, mais de 1,5kg de guaricemas.
Os que levei foram almoçados hoje.

As fotos são minhas e do Roberto.

2 comentários:

  1. Milton. Bom dia. Gostei da ultima postagem mas faltou a informação do tipo de anzol que tem utilizado. Tenho ido pescar na terceira ponte, em itapoa, em armação ali no bom preço com camarão morto e nada, nem bagre. As pititingas estão quase extintas, não encontro em lugar algum. Os peixes sumiram, ja que ultimamente é sapateiro. Da outras dicas ai do tipo de anzol, isca e onde encontrar.

    André Barreto = barretoandre2008@gmail.com

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  2. Olá Barreto, usamos o Mariner Sport maruseigo 10 e o Gamalatsu Unagui 14. As iscas foram camarões e pititinas. Como tinha muito preixe miúdo, a isca mais efetiva foi um camarão médio inteiro, com casca e tudo (quando a isca cai na água, quem ataca primeiro são os peixinhos, se a isca for grande, quando o peixe maior chegar ela ainda é atrativa). Não esmoreça, pois há dias que nem por milagre pegamos peixe, faz parte da pescaria.

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