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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Campeonato Mundial de Pesca em Caiaque - O baiano Akira


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Torneio Mundial de Pesca em Caiaque

Quatro brasileiros participarão do Torneio, um deles é baiano.
Leia mais clicando aqui

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Perda de rendimento no Mirage Driver

Nos caiaques da HobieCat, os remos foram substituídos por pás acionadas não mais com os braços e sim com as pernas, grupo muscular bem mais poderoso, o que permite mais torque e maior velocidade, principalmente pelo pequeno espaço de tempo entre o acionamento das pás (barbatanas, no caso). 

O sistema é baseado em biomecânica, sendo o pinguim, a foca e o lobo marinho os inspiradores. O sistema disponibiliza tanto torque e de forma imediata que dois remadores em um caiaque convencional  não conseguem puxa-lo em um "cabo de guerra".
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Essa unidade propulsora é denominada pela Hobie de "Mirage Driver" e a Hobie é proprietária da patente. 

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Nos modelos 2017, os Mirage Drive incorporação a capacidade de reversão (marcha a ré) sem que o pedal tenha que ser retirado e recolocado ao contrário, bastando acionar uma alavanca. 

O meu ainda é modelo 2015 e é justamente ele que apresentou baixo rendimento na última pescaria que fiz, o que me levou a examiná-lo minuciosa e detidamente. 

Embora a uma primeira vista estivesse perfeito, uma comparação com uma outra unidade que possuo mostrou que as barbatanas estavam cerca de 5 cm para trás, e ao retirar as hastes que dão rigidez à barbana não tive dúvidas: estavam empenadas. Como o empenamento aconteceu simetricamente entre as duas barbatanas,  a percepção do empenamento sem retirar a a haste não foi tão fácil.   

Após trocar as hastes por hastes novas (gentilmente fabricadas por Roberto Martins da Regenerauto) e para  "gabaritar" para inspeções futuras, passei um fio pelo centro do MD e efetuei a medida de quanto a primeira haste fica em relação ao centro. Veja abaixo. 
   























Se a ponta interna do primeiro FIN (turbo) não estiver afastada do eixo do Mirage driver aproximadamente uma polegada (cerca de 2,5 cm), suas hastes estão empenadas.   

Caso a barbatana do seu MD seja a FIN e não a TURBO FIN, a medida deve ser de 2 cm.

Uma outra indicação de empenamento é o espaço entre a barbatana e a peça onde a haste é enroscada que deve ser o menor possível. 
Verifique o seu, pois a perda de performance é bem notável e pode ser decisiva no conforto em uma remada HARD contra vento e correnteza.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Marimbus, pantanal da Chapada Diamantina.

Essa expedição foi em Março e terminei sem registrar. Faço agora com o post da SUP Marimbus, já que está previsto um retorno no próximo ano, já que foram tomadas algumas ações para o aumento da piscosidade do local.








domingo, 16 de outubro de 2016

Era sol o que faltava



Algumas pessoas têm estranhado minha mudança de comportamento em relação ao sol, a exposição solar, se antes eu pescava com uma verdadeira "armadura" contra o sol, hoje relaxei quanto a isso, e quando não há riscos de insetos pesco mesmo de calção e camisa de manga curta.

Altas dosagens de sol sempre se fizeram presentes na maior parte de minha vida, tanto pela profissão escolhida que remetia inexoravelmente a tolerância à falta de conforto e tolerância às intempéries, como pelo gosto aos esportes ao ar livre e com a total inobservância do uso de protetores solar comum nos anos 1970 a 1990. Nunca tive problemas decorrentes da exposição ao sol, em parte pelo sangue negro e índio de minha ascendência, contrabalançando o sangue branco europeu.

Mesmo sem ter lido a excelente matéria do Daniel Cunha, Editor do Jolivi, transcrita abaixo, já tinha repensado e agora que até sei do posicionamento da mais sem vergonha das revistas semanais sobre o assunto, mais e mais não perderei a oportunidade de sintetizar a vitamina D. Lia a matéria a seguir e aproveite para conhecer o Jolivi Natural Head

Mas lembre-se, meu caso, é meu caso, não tenho nenhum histórico de problemas de pele ou outros referentes à exposição solar, então seja cauteloso ao interpretar o artigo à seguir.

Era sol o que faltava 

Como o astro rei se tornou o maior inimigo da dermatologia no mundo 
                                                                                                        Daniel Cunha , Editor



Olá leitor!

Preparado para uma pergunta pessoal?

Você tem medo de quê?

Isso mesmo. Quero saber o que é que acelera sua respiração, as batidas do coração e faz com que você contraia seus músculos de repente.

É medo de altura? 

De falar em público? 

Do escuro?

Insetos?

Do Sol?

Opa, peraí.

“Sol? Quem é que tem medo do Sol???”

Por incrível que pareça, muita gente.

Provavelmente, “ficar exposto ao sol” seja um dos medos urbanos que mais ganhou força nos últimos tempos.

Vivemos tempos de “heliofobia”, sustentada por alguns setores da medicina que insistem em ignorar o preço alto que estamos pagando por viver fugindo dos raios solares.

Após a entrevista que realizei com o Dr. Michael Holick – publicada na segunda edição do nosso Dossiê –, fiquei ainda mais convencido de que não faz sentido permanecer negando o que a literatura científica já deixou claro de forma tão evidente.

Com certeza não é novidade pra você que o maior benefício para a saúde que nós, seres humanos (na realidade, os seres vivos), temos a partir da exposição solar é a produção de vitamina D, um hormônio fundamental para a vida no planeta.

Sim, apesar do nome, a vitamina D é considerada um hormônio porque é produzida pelo nosso próprio organismo, a partir do contato da radiação solar com a pele, ao contrário de outras vitaminas e nutrientes.

Milhares de estudos que mostram que a deficiência de vitamina D pode estar associada a um amplo espectro de doenças e de problemas de saúde.

A lista é extensa.

De pré-eclâmpsia à asma, de problemas pulmonares ao Alzheimer.

Estão na conta ainda diabetes, depressão, acidentes vasculares cerebrais (AVCs), doenças autoimunes, infecciosas e cardiovasculares, além de muitas outras.

E por que raios (de Sol) estamos nos escondendo nas sombras? 

Bom, foi só quando fui pesquisar o que preconiza a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) que comecei a entender melhor esse cenário.

Vasculhei o último Consenso Brasileiro de Fotoproteção, emitido em 2013. E lá está a mensagem que a entidade permanece transmitindo aos médicos associados.

“A exposição ao sol, de forma intencional e desprotegida, não deve ser considerada como fonte para a produção de vitamina D ou para prevenção de sua deficiência”. Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Um pouco estranho, você não acha?

Não há mais quem duvide que a alimentação é incapaz de oferecer a dosagem segura de vitamina D da qual precisamos.

E o pior é que a indicação não se sustenta nem mesmo pelos resultados em termos de incidência de câncer de pele e melanoma.

Fizemos um levantamento no Atlas de Mortalidade, mantido pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), entre os anos de 1999 e o de 2013, e identificamos algo.

Neste período, marcado por intensa propaganda de uso maciço de protetor solar, foi registrado um aumento de 69,9% dos casos de morte por melanoma.

Briga de Gigantes 

A discussão em torno do preocupante cenário mundial de deficiência de vitamina D exemplifica um conhecido conflito no meio médico: o problema de as especialidades atuarem de forma isolada e não serem capazes de lidar com um cenário mais amplo.

A visão e as orientações da SBD, por exemplo, são totalmente discrepantes daquilo que indica a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Como se fosse possível o paciente ter que escolher entre algo que faz bem para a sua pele, mas nem tanto para o seu fígado.

Em 2013, depois de uma matéria publicada na Veja Online, em que um dermatologista afirmou que “incentivar banhos de Sol seria o mesmo que incentivar alguém a fumar”, a SBEM se pronunciou oficialmente em sua página na internet e chegou a classificar a posição de alguns dermatologistas como “terrorismo”.

Posicionamento oficial da SBEM

“No Brasil é impossível ter níveis adequados de Vitamina D sem algum grau de exposição solar, a não ser pelo o uso de suplementos vitamínicos.

Em função disto, consideramos temerosas as afirmações do colega que, em nome da Sociedade Brasileira de Dermatologia, declara que a não exposição solar e do uso irrestrito de bloqueadores solares não causaria deficiência de Vitamina D”.

Como você sabe, nós da Jolivi não somos de ficar olhando o circo pegar fogo do lado de fora do picadeiro. 

Nosso negócio é participar, seja jogando água ou gasolina (brincadeirinha, rs).

Por isso, nossa entrevista especial do Dossiê Saúde enviado aos nossos assinantes no mês de agosto incluiu uma longa entrevista com a dermatologista da SBD que assinou o capítulo de vitamina D do Consenso de Fotoproteção de 2013.

E o que ela nos disse foi revelador.

Além disso, nesta mesma edição do Dossiê, você ainda terá acesso à entrevista exclusiva com aquele que é considerado o maior especialista mundial no assunto.

Falamos dele lá em cima, o endocrinologista americano Michael Holick.

Ele esteve no Brasil e nos concedeu uma entrevista em vídeo falando sobre os estudos que tem saído e trazendo suas recomendações para que você não esteja na faixa de risco de deficiência de vitamina D.

Está bem assim?

Portanto, se você confirmar sua assinatura até às 23h59 de amanhã, segunda-feira (17), é só nos enviar um email em contato@jolivi.com.br pedindo o Dossiê da edição de agosto que te enviamos o link logo em seguida. 

ASSINE AGORA


Cuidado com a sombra!

Até breve...



sábado, 15 de outubro de 2016

Rio Jiquiriça, pescaria e "acidente"

Pescaria no Rio Jiquiriça, Bahia, próximo a Ilha D'ajuda, quando ao manpular um trick displicentemente, ferrei a garateia no polegar direito. Retirada da garatéia pelo amigo Roberto Martins, usando a técnica do cordão.  Isso só pode ser feito na ausência de nervos, vasos e tendões envolvidos.

Foi também o teste da câmara Eken H9. Assista em 1080p.