caiaque bahia

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Hobie Mirage 180 - Freio e Ré nos caiaques Hobie.


A NOVIDADE
A maior novidade desde o lançamento há quase 20 anos do sistema de propulsão baseada em bioengenharia pela Hobie aconteceu ontem, dia 13/06, na California: Os caiaques da Hobie  equipados com o Mirage Driver agora freiam e fazem reversão. 



Além da possibilidade da ré e freio as novas barbatanas são de nylon, mais leves e duráveis. Não foi ressaltado explicitamente quanto a uma maior performance. Todos os caiaques a partir de 2017 serão vendidos com a nova unidade o que incrementará o preço em USD 150.00 por unidade de MD instalado, ou seja, cerca de USD 300.00 nos tandem.



Em meados de 2017 espera-se que estará também disponível o upgrade para os modelos atuais e a venda de unidades separadas.
fonte http://www.prnewswire.com/


A RESENHA
O sucesso vai depender muito da efetividade da ré e freio e da possibilidade de adaptação 'as unidades existentes. 

Como já narrei aqui, quando em 2013 decidi que compraria (importaria) um caiaque a pedal, tinha me decidido pelo Native Watercraft Propel, um caiaque com pedal a hélice, mesmo pagando quase 5,000.00 USD na importação (o Hobie Outback custaria menos), tendo a possibilidade de ré sido determinante na escolha por ele. Mas ai apareceu o Juca com o Alan e ficamos com o Hobie por pura oportunidade e possibilidade de ter a garantia da Hobie (que funciona mesmo). Por fim, o Hobie com sua propulsão a barbatanas mostrou-se muito superior a hélice e terminei por "esquecer" a possibilidade de ré.

Outro fato que levou-me a "esquecer" de vez a ré e o caiaque a pedal com hélice foram as diversas postagens, até de vendedores do caiaque a pedal com hélice, em pescarias em mangues e rios estreitos com o pescador com o remo atravessado ao colo para terem facilidade de manobras. O Youtube está cheio delas.

O que acontece com o pedal a hélice quando em ré é que o pequeno passo da hélice (passo é o comprimento que a hélice "avança" por volta), e a pouca rotação da hélice em conjunto com o torque diminuído pela necessidade de multiplicação das voltas aplicadas ao pedal (enquanto em um motor é feito justamente o contrário), tornam a "reação" do caiaque a hélice a ré bastante lenta, com uma latência muito grande, ficando o seu maior mérito por conta de frear o caiaque para permitir um bom posicionamento para arremesso. 

Se o novo pedal da Hobie não tiver o problema de latência graças ao maior torque imediato disponível proporcionado pelas barbatanas, será sem dúvida um sucesso.





terça-feira, 12 de julho de 2016

segunda-feira, 6 de junho de 2016

O que fazem os guias de pesca em seu dia de folga?

AA Deep Blue é uma empresa de turismo especializada em  Offshore Kayak Fishing na Flórida. Esse vídeo mostra o que fazem seus guias nos dias em que estão de folga: pescam.
Deep Blue Kayak Fishing Charters from Deep Blue Kayak Fishing Charters on Vimeo.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Guerreiros do Pacífico - Série teve vida curta



Aguardada ansiosamente pelos caiaqueiros brasileiros, a série que vai para o quinto episódio aqui no Brasil foi cancelada pela Discovery nos Estados Unidos. Não haverá uma segunda temporada. Leia aqui: http://www.kayakfishmag.com/featured-catch/discovery-drops-pacific-warriors-kayak-show/

Fãs dos pescadores que dela participavam, principalmente os fãs do Isaac, lamentam profundamente que não tenha sido dada uma chance de correção nos rumos da série.

Embora tenha cumprindo o papel que acredito ser fundamental, o de criar o paradigma do que é um caiaque para águas costeiras não abrigadas, pois aqui assistíamos assustados a caiaqueiros saindo ao mar em caiaques curtos e largos, de pouca estabilidade secundária, também prestou um desserviço ao exibir caiaqueiros sem colete em águas agitadas, também com dois barcos com mergulhadores acompanhando é "fácil" fazer apologia de risco . A serie realmente não me empolgou.

Uma história fraca, contada ao estilo repetitivo do Discovery, com "erros" grassos de edição do tipo a caiaqueira carrega um caiaque no seu carro e quando está na água é outro caiaque. Há uma "batida" em uma vara com um molinete e ao recolher a vara está com uma carretilha. E um dos mais gritantes, o cara fisga um peixe a bordo de um caiaque Hobie com Mirage Drive e a filmagem subaquática mostra um caiaque a remo, sem barbatanas.

Uma pena que não tenha sido dada uma segunda chance. Mas também lá nos USA não deve ter empolgado muita gente.


http://www.brasil.discovery.uol.com.br/natureza/guerreiros-do-pacifico/

domingo, 20 de março de 2016

Uma Grande Perda para a Pesca de Praia da Bahia


Fui informado na manhã de hoje do falecimento do pescador e Professor João Vicente. Grande entusiasta da pesca de praia, assim como sua família. Não me ocorre ter ido a alguma atividade do Clupesal, nosso clube de pesca, e que o Vicente não estivesse presente. Força e superação aos familiares e amigos.

Lembro que em 2011, após eu ter tomado ciência de sua hipersensibilidade aos raios solares, o presenteei com um boné de proteção total, que não era muito comum há cinco anos, e seus amigos e parentes fizeram uma brincadeira publicando no Youtube o vídeo abaixo.
Lembrarei sempre do Vicente nesses momentos felizes, até chegar minha hora de também ir pescar em outro nível com ele e outros pescadores que também já foram...


quinta-feira, 17 de março de 2016

Escolhendo um Smartphone para a Pesca


Usar um celular nas pescarias, seja em caiaque ou de praia, trás a enorme vantagem de em um único equipamento se ter um comunicador, um GPS, uma câmara de vídeo e uma maquina fotográfica.

Hoje estou sem nenhum e no dilema da escolha de um novo celular pois em uma única semana detonei  a tela de um ótimo CCE SK-504 (15 dias antes ele tinha ficado mergulhado em 2 metros de água na Barragem de Santa Helena e "sobreviveu")  e afoguei em água salgada um Samsung Grand Duos I-9042.

As características de um bom celular para pescarias e aventuras passam obrigatoriamente pelas seguintes especificações:



  1. Ter tela grande, igual ou maior a 5 polegadas.
  2. Ter memória disponível para programas igual ou maior a 2GB e uma armazenamento de no mínimo 16 GB
  3. Ter um GPS que não dependa de sinal de operadora (não pode ser A-GPS).
  4. Ter uma tela que permita uma boa luminosidade para que seja visível mesmo sob sol forte e com um revestimento a prova dágua.
  5. Ter uma bateria que dure ao menos 24 horas inteiras em uso moderado, ou que permita o uso de uma bateria reserva.
  6. Ter um grau de proteção que permita resistir a imersão em água doce ou salgada


A tela de 5 polegadas já é uma realidade do mercado, onde se pode ser encontrado a partir dos R$ 500,00, então isso não é um grande problema e teremos dezenas de celulares para escolher.

Já ter uma tela de 5", ou maior, e uma memória disponível de 2 GB para instalar os programas mais comuns, como um bom programa GPS (como o PathAway), Cartas Náuticas como o Marine Navigator , o Waze, o WhatsApp e o aplicativo do banco já restringe um pouco mais, mas ainda assim temos uma boa quantidade de celulares.

É imprescindível que o celular tenha um módulo GPS de verdade, seja o sistema GPS (Estadunidense, e mais comum),  ou Glonass (Russo e cada vez mais usado), ou o Galileu (União Europeia) ou o sistema Beidou-Compass (Chinês). Mas se aparelho contiver apenas o sistema A-GPS significa que ele precisa da operadora de telefonia para determinar a posição e em nossas aventuras nem sempre temos o sinal de operadora disponível. Uma ressalva: tem celulares que mesmo tendo o módulo GPS, tem também o A-GPS, o que facilita e torna mais rápida a localização inicial caso a operadora tenha sinal. Até aqui ainda temos ainda temos um bom número de aparelhos no páreo.

Agora o verdadeiro funil: a tecnologia da tela. Para que se tenha uma visualização razoável sob sol forte, apenas duas tecnologias de tela apresentam resultados razoáveis. A tecnologia Super Amoled, presente em alguns Samsungs,  e a tecnologia LCD IPS e suas variações, presentes nos i-Phone, Sony e LGs topos de linha. Com isso ficamos com pouquíssimos celulares.  


Se o seu futuro smartphone terá uma bateria menor que 2.000 mAh, prepare-se para ter problemas durante o uso, pois não é suficiente para um dia intero de pesca, principalmente se o sinal da operadora nos locais for fraco ou intermitente, pois quando isso acontece o aparelho automaticamente vai subindo sua potência para manter o sinal celular e a bateria é drenado rapidamente. A saída é passar o celular para o modo avião, quando a recepção é desligada mas o GPS se mantém ativo. Outras saídas são ter um "banco" de carga ou uma bateria reserva, caso a bateria seja removível. 


A menos que você pesque apenas em água doce, a especificação número 6, na prática, nos remete a nenhum celular, pois não existe no mercado brasileiro nenhum celular que suporte a imersão em água salgada. Isso se dá devido a elevada condutividade elétrica da água salgada e a agressividade do sal para os componentes, então, se você pesca em água salgada você obrigatoriamente terá que usar uma caixa estanque, um case waterproof, mesmo que sua intenção seja comprar um celular com especificação IP 68 (Imersão total em água por longo período), como o Sony M4 aqua, o Samsung Active S ou o Moto X Force.

Considerando que a proteção IP 68 não é essencial, já que terá que ser usada uma capa, e que um valor entre R$ 800,00 e 1200,00 seja razoável, já que será também o celular do dia a dia do pescador, os celulares que considerei para compra foram os seguintes:






























Existem mais outros com telas Super Amoled e LCD IPS nessa faixa preço, e podem ser consultados pelo ZOOM ou pelo Bondfaro, e até mesmo no Buscapé, caso você não tenha restrição.

Por fim, minha escolha recaiu sobre o Xperia M4 após um bom desconto do Walmart, ficando o preço no meio da faixa considerada, pelas especificação IP-68 e pela duração da bateria (em torno dos dois dias) pois minhas pescarias se dão em água doce, salobra e salgada, em iguais proporções.