caiaque bahia

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Fora do Ar


Ocorrências sequenciais inusitadas estão me impedindo de postar, e achei de bom alvitre ficar quieto.

Na terça a noite o micro do gabinete pifou. Sem problemas, pensei, são dois, e bastaria dar CTRL duas vezes (tenho um server swtch para os dois) para alternar para o segundo. Também pifado.

Na quarta verifiquei que era fonte e fui a uma loja de informática aqui pertinho. Comprei a nova fonte, instalei na quinta feira. O micro ligou, bipou e não deu vídeo. Fui então pegar o monitor de minha filha, de um micro que estava parado. Não funcionou. Na sexta enviei os dois monitores para reparo.

Enquanto isso estou postando este de um limitadíssimo equipamento, apenas para dar esta satisfação aos amigos.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Diário de Torneio XIV

A Primeira Etapa do VIII Torneio Individual do Clupesal realizou-se neste domingo na Praia das Ruínas do Hotel, em Porto Sauípe.

Neste relato, em homenagem aos três pescadores que participavam pela primeira vez de um torneio, Marcelo, Ricardo e Bruno, contarei detalhes da participação do Bruno, já que a performance do Bruno poderia ter sido a performance de qualquer um dos três, mas o Bruno teve a sorte de cair na raia certa, a raia 6, ao norte da minha raia.

(clique nas imagens para ampliá-las)
O domingo não amanheceu muito legal e logo cedo tivemos uma forte chuva aqui no Principado de Stella Maris, mas não foi suficiente para nos assustar. Saímos de casa as 05h40min, eu Ana Luiza e o Bruno. Como o sorteio estava marcado para as 07h00min, tive que dirigir rápido e fiz uma ultrapassem arriscada na estrada. Não mais sairei mais atrasado ou apressado.

O Bruno, namorado da Ana Luiza, já pescou várias vezes conosco, mas nunca em torneios. Durante a viagem fui tentando passar algumas dicas, a maioria aprendida com as "feras"do Clupesal, ressaltando a importância da principal interface com os peixes: anzol e isca. Muitos pescadores investem pesado em varas, molinetes e linhas e se recusam a pagar R$ 15,00 em um pacotinho de anzóis Gamakatsu, Sasame, Owner e Pinnacle ou ou ainda em perder tempo para colocar e amarrar a isca de forma que fiquem bem apresentáveis, justamente o mais importante na pescaria. o Bruno ouvia tudo atentamente.

Chegamos no local as 06:50 e o sorteio ocorreu as 07:15, pois esperávamos por 5 pescadores inscritos sendo que destes, três, por motivos diversos deram "no show". Fiquei com a raia 5, e por pura sorte o Bruno ficou com a raia 6, portanto fiquei como seu tutor. Também ficaram de tutor quem estava ao lado do Marcelo e do Ricardo, raias 2 e 3, ambos pescando pela primeira vez no Clupesal. Tivemos também o retorno do Juca e do André Barbosa. O André Barbosa ficou com a raia 15 e mesmo mancando resistiu a caminhada de quase meio quilometro de raias.

O foguete de início foi disparado as 08:10 para dar tempo aos que ficaram nas últimas raias de chegarem e se arrumarem. Lançadas as linhas, segundos depois vi que o Bruno já recolhia o primeiro peixe. E logo depois, na segunda vara, ele trouxe um dublê.
Eu buscava os peixes em distâncias diferentes e como nada acontecia, apelei para a espuminha com o material levíssimo (anzol Akita 2,5), e nada. Olhei para o Adelson que estava a minha direita e ele também não entusiasmava. Enquanto isso, ao lado, o Bruno trazia um belo barbudo (parati).

Passei então a lançar bem longe com a Sumax Surf Coast, recém comprado ao Ricardo que estava raia 2, foi quando "desencantei" com um pequeno bagre. E enquanto isso, o Bruno capturava outro dublê de bagres e cuidadosamente, conforme determinam o manual e o regulamento, cortava os ferrões.
Em minha raia os peixes estavam bem longe e pelo fato do mar estar "correndo" para o sul, tive que usar chumbadas de garra, o que atrapalhava os lançamentos. A vara Sumax Surf Coast também não ajudava e não consegui passar dos 100 metros com ela. A outra vara que eu usava, uma DAM Emotion, no máximo chegava aos 90 metros. Acho que ainda não acertei no uso da nova vara Sumax, pois seu desempenho no lançamento a longa distância está abaixo da Rainbow Coral e da Albatroz Killer que tenho.

Comecei finalmente a pegar alguns peixes, todos bagre e pequenos. E o Bruno ao lado não parava de pegar peixe, praticamente um a cada recolhida de vara.
Por volta das 11:00 notei que o Bruno estava "acabado", mesmo sendo jovem e tendo boa forma física. Ele não acreditava que um torneio de pesca de praia pudesse ser tão cansativo e estava sentado no sombreiro. Fui conversar com ele e ele contou-me que acabara de perder um grande peixe que rompeu a linha, bem na emenda com o líder. Seu ritmo diminuiu significativamente. O cara estava no "bagaço".

As 12h00 horas foi lançado o primeiro foguete do final e recolhi uma das varas, com um bagre. As 12h10 min foi lançado o foguete de encerramento e ao recolher a linha peguei um dublê de bagres, comemorado também pelo Adelson, que nesta etapa viu poucos peixes. Esse final salvou-me o dia. Fomos todos ao local de pesagem, a barraca do simpático Augusto que faz a melhor e mais cheirosa feijoada do Litoral Norte.

A pesagem foi feita pelo Deco Loureiro e eu ajudei. Esse momento final da pescaria requer a colaboraçào de todos, pois se um "garoto"como o Bruno estava cansadíssimo, que dizer dos "meninos mais velhos" como eu, André, Adelson e o Totó (José Carlos Valle)?

O Deco ficou em quinto lugar e recebeu a medalha das mãos do Joel.
O Bruno ficou com o quarto lugar, tendo direito a medalha. Se ele não tivesse "boiado" no finalzinho da pescaria certamente teria não só ficado com o primeiro lugar, como levaria a medalha de maior quantidade. Desejamos que ele alcance melhor forma física para conseguir melhores resultados. :-)Fiquei em terceiro e empatei na maior quantidade com o Alessandro Gentil, que por ele ter capturado a sua maior peça mais pesada que a minha, que é o primeiro critério de desempate, levou a medalha de maior quantidade.
Em segundo ficou o Maurício, e também levou a medalha do maior peixe, um bagre de quase um quilo. O Campeãozinho aos seus braços adorou.
Como nem ele nem o irmão dele, o Tarcísio, que juntos formam a Equipe Procurando Nemo, puderam ir a premiação final do Campeonato de Duplas, (estou devendo este post) na oportunidade também receberam o troféu de quarto lugar daquela competição.
O Alessandro Gentil fez "cabelo e barba": Campeão da Etapa e Maior Quantidade. Devido a compromissos, ele e o Juca não poderam esperar a pesagem e a premiação e receberá a medalha de maior quantidade e o troféu de primeiro lugar na próxima etapa. Parabéns.

Alguns dos grandes "feras" do Clupesal não ficaram entre os cinco primeiros, e alguns até abaixo dos "novatos", o que é um fato normal. O resultado oficial será publicado pelo Clupesal.As fotos são de Ana Luiza.


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Fazendo Jus ao Apelido

Recebi e-mail do amigo e pescador Jair, conhecido como "Jair Dos Bitelos", informando que foi pescar em Porto Sauípe e que "se deu muito bem". Até dublê de xaréu saiu.

"Dos cações,

Pesquei em Porto hoje e olhe no que deu. Três Xaréus (bom tamanho) e um cação 1,8kg. Dois xaréus e o cação na sardinha.

Jair Lopes"
Parabéns, Jair.


domingo, 16 de janeiro de 2011

Pescaria em Itacimirim III - Pesca Noturna

Da última pescaria noturna que fiz, junto com o Roberto Martins, ficaram lições que foram aprendidas. Todos os erros que cometemos naquela oportunidade, clique aqui para ver, corrigimos.

O primeiro deles foi quanto a idade dos bastões luminosos (luz química) para as varas e as chumbadas. Desta vez adquirimos uma caixa inteira deles, novinha, com cinquenta unidades e repartimos entre nós. O custo ficou em cerca de R$ 0,43 por unidade. Clique aqui para ver onde compramos.
Para fazer a fixação do bastão luminoso na vara, em substituição a fita adesiva transparente que usavámos, adquirimos na mesma loja os fixadores de bastões, ao custo de R$ 1,30 por unidade, e que funcionaram maravilhosamente bem. Mesmo "soltando o braço" com uma chumbada de 140 gramas, não soltaram da ponta da vara ou embaraçaram com a linha. Com este adaptador podem ser usados bastões da Maruri de 38 ou 50 mm e da Ototoni de 4,5 e 6 mm.

Para vermos a chumbada enquanto recolhíamos a linha, para evitar recolher demais e receber uma "chumbadada" no rosto, colocamos logo acima do snap da chumbada um outro bastão luminoso. Usamos o próprio tubinho que vem com o bastão e funcionou muito bem. Devo ter lançado e recolhido umas 30 vezes cada vara, sem problemas.

Levamos também um lampião a gás e duas lanternas, além de uma lanterna de cabeça (a minha é de boné) para cada pescador, iscas novas, camarão e pititinga.

Sai daqui de casa as 15:30 e só consegui chegar a casa do Roberto, em Itacimirim, as 17:20. Peguei engarrafamento no pedágio e em Guarajuba devido a um evento musical na Estrada do Côco, depois de Praia do Forte. Um verdadeiro inferno.

De lá fomos de carro até a Foz do Rio Pojuca, eu, Roberto, Rafael e Edialis, a namorada do Rafael. O carro nos deixou nas barracas e fomos andando para a praia. Logo de cara encontramos três pescadores que já estavam de saída e nos informaram que a pescaria deles não tinha sido muito boa, mas que pela manhã outros pescadores tinham capturado duas arraias enormes naquele local e que voltariam no dia seguinte, pela manhã.

A água estava muito suja. Além de algum sargaço, a argila em suspensão trazida pelo rio deixava o mar com cor de "nescau". "Maré de bagre", pensei. E não deu outra, começamos a pescar e começamos a pegar vários bagres, todos em torno de 150 gramas. A Edialis, neófita no uso de carretilha, dava show na utilização da maquininha, botando muito marmanjo "no bolso". Na foto abaixo, detalhe da luz química de 25 mm perto da chumbada.

E ficamos por mais de uma hora "nessa de bagrinhos", quando finalmente houve uma boa batida em minha vara e retirei um bagre de cerca de 600 gramas. O Roberto então, para fugir do sargaço, passou do local onde estava e ficou a minha esquerda. Como nesse local, mais próximo ao rio, tinha uma correnteza a linha dele embaraçou na minha. Enquanto desembaraçávamos, ouvimos os gritos do Rafael que já brigava com um grande peixe. Neste mesmo instante, minha outra vara bateu violentamente com a luzinha subindo e descendo.

Corri, tirei a vara e comecei a brigar. Logo de cara senti que a peça tinha mais de 5 quilos e temi pela linha de 10 libras, uma multi marca Pelagic que está há mais de um ano no molinete, e o anzol Chinu 6. Atrás de mim a comemoração do Rafael, da Edialis e do Roberto indicavam que o peixe estava no seco, uma arraia imensa.

Fique então cuidadosamente trabalhando o peixe, e de vez em quando o bicho dava uma arrancadas tomando linha e eu mantinha a linha sob pressão, sem folgas.
Com muito cuidado, cerca de 10 minutos depois, coloquei em seco. Era outra arraia, um pouco maior que a do Rafael. O alicate, que serve de parâmetro de tamanho na foto, tem 13 cm. Para transportá-las até o carro, distante cerca de 300 metros, junto com as tralhas, tivemos que parar duas vezes para descansar, pois não levamos sacos deste tamanho.

E os dois com as arraias. Pesadas em casa, uma tinha 5,750 kg e a outra 7,000 kg. Como ninguém mais sabia tratar, eu mesmo tratei e trouxe para casa apenas a metade da menor, pois estou sem espaço no freezer.


As fotos são do Roberto Martins e por isso ele não saiu em nenhuma. Falha nossa.


Jair e Cledison em Porto Sauípe

Na sexta feira recebi do Cledison e do Jair (Kesso Xaréu e Jair Dos Bitelos) o convite pesca no sábado pela manhã. Como já tinha uma pescaria marcada com o Roberto Martins (o relato está "no forno") para o sábado a noite, tive que declinar. Vejam o que perdi, relatado pelo Kesso:
"Milton,

A pescaria foi ótima fomos pra porto somente eu e Jair, e chegamos lá o mar estava um tapete... paradinho , o tempo um pouco fechado. Já no primeiro arremesso a surpresa, uma batida espetacular e um belo cação de 2kg no anzol 14 usando 2 pititingas o danado escolheu o unico camarão que havia!
Pareciam dois loucos gritando na praia eu e Jair, e quase não briguei pra tira-lo do mar. Questão de uns 5 minutos no máximo o danado apareceu na beira pra nossa felicidade! Depois disso somente betaras e pequenos bagres, todos devolvidos ao mar. Chuva de leve a maré lá enchendo e o mesmo tapete do inicio. Como minha esposa (Laís), estava em casa sozinha e com dengue, tivemos que voltar cedo. Às 10:00 eu já havia recolhido meu material quando Jair disse que havia alguma besteirinha biliscando a isca dele, e quando recolheu um belo bagre fidalgo com 1,4 kg aproximadamente.

Muito boa pra a primeira pescaria do ano, e o primeiro cação da carreira! kkkk"

E agora, as fotos em HD:



sábado, 15 de janeiro de 2011

Revista Pesca Nordeste

Resgatei hoje da caixa de SPAM do GMAIL uma mensagem com um convite para conhecer o primeiro número da Revista Pesca Nordeste. Acessei e tive uma grata surpresa, tendo muito prazer ao deparar-me com textos bem agradáveis e muito aderente a realidade da pesca no nordeste.

A revista é da autoria do jornalista e pescador Caco Marinho, apaixonado pela pesca. Vale a pena fazer uma visita. Abaixo reproduzo o convite, clique nele para acessar a revista.

rpne2.jpg

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Expedição a Massarandupió II

Com a comemoração do bom trabalho do Aloysio tirando o bagrão, a parte final da Expedição segue agora.

O acesso ao local não é dos melhores, são 8 quilômetros de estrada de cascalho com algumas "costelas de vaca", bem ao estilo da estrada Vila do Conde a Itariri, mas nada que impeça até mesmo os carros mais baixos de chegar lá. Basta ir cedo e dirigir cautelosamente que se é recompensado com a bela paisagem abaixo.
Chegamos por volta das 07h30min e a praia estava deserta, apenas alguns barraqueiros se preparando para o dia. Há no local uma estrutura mínima de barracas, sem luz elétrica, o que indica que teremos que levar uma bateria e um inversor, ou usar balanças com baterias.

Começamos a pescar e começaram a sair muitos bagrinhos. Como fiquei a direita da turma, entre duas pedras, os meus bagres estavam maiores, cerca de 300 gramas cada um, e foram muitos, cerca de uns 20, e só de "dubles" foram cinco pares, todos soltos.
Até que por volta das 09h30 pintou esse bagre de cerca de um kg.
E em seguida essa ubarana, que rendou uma boa briga nos metros finais. Também foi solta.

Aloysio e o Vicente mudaram de lado, passaram para minha direita, e os peixes começaram a aparecer. Deco pegou um robalo.

Bello Junior, um xaréu.

E seu Bello um bom pirambú (sem foto) e vários peixes na espuminha, como esse carapicu.


Mas a certeza do potencial do lugar veio com este bagre do Aloysio.

Que deixou o anzol que ele usava, um Maruseigo 14, no estado abaixo:

Na percepção dos que visitaram, o local pode ser sim utilizado para uma etapa, principalmente pelo fato das arracas propiciarem um bom apoio para a família e os amigos que nos acompanham.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Expedição a Massarandupió

Como desdobramento da Reunião Festiva do Clupesal realizada ontem, fizemos eu, Deco, Aloysio, Vicente Seu Bello e Bello Júnior uma expedição a Massarandupió para verificamos a possibilidade de realizarmos lá uma etapa do Torneio Individual. E veja no vídeo abaixo o que aconteceu:



Parabéns Aloysio, no Maruseigo 14, um bitelo desses, é para aplaudir de pé.